We Need Nothing to Collide

We Need Nothing to Collide é um projeto visual criativo feito em colaboração pelo diretor de arte Mark Wheeler, Clay Weishaar e o produtor Russ Chimes. Os efeitos especiais são criados com a própria câmera (sem pós), uma Canon 5D, usando um projetor potente e a aplicação openFrameworks, modificada para interpretar sons MIDI na forma de barras coloridas de luz.

“No começo pensamos em filmar na natureza. No entanto, após fazer uma filmagem de teste no subúrbio percebemos que havia algo mágico nas projeções transformando estes locais mais mundanos. Claro, também é divertido ver a reação dos transeuntes (ou, às vezes, sua habilidade de ignorar projeções enormes).”

Alternativa para a prática da agricultura urbana

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Uma das coisas que eu quero fazer no meu apartamento é um jardim… o problema é que, como eu quero um apartamento pequeno que talvez não tenha nem varanda, fica à cargo da criatividade adaptar a agricultura para espaços pequenos (e olha que já tenho um monte de referências). Uma ótima idéia é a do designer mexicano José de la O, que criou vasos de PET reciclado para serem fixados nas janelas. Continuar lendo

Ilustrações pop psicodélicas de Mark Ward

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Mark Ward faz o tipo de ilustração que eu gosto: com cores fortes, psicodélica e com referências culturais e urbanas. Seu trabalho mistura elementos surreais com coisas do dia-a-dia, encorajando o espectador a “enxergar” de forma diferente o que está a seu redor. Clique neste link para ver uma parte do portfólio do cara.

Mark Ward é um artista gráfico e diretor de arte que vive e trabalha em Londres. Seu trabalho é impulsionado por uma adoração da cultura estadunidense* que é fragmentada através de sua perspectiva britânica, produzindo [artes] visuais que comunicam em uma estética distinta.”

*O texto original, em inglês, usa o termo “Americana”, que pode ser definido por artefatos culturais, culinária, arte, arquitetura e história que claramente refletem a cultura dos Estados Unidos.

Para o lançamento de sua nova fragrância, a Lacoste L!VE encomendou a criação de um livro pop-up com 24 páginas que contam a história do novo produto. O livro, claro, brinca com papel e efeitos de relevo e movimento, como um livro infantil, mas expande para o meio digital através da integração com smartphones. O design do livro é simples e elegante, como deve ser, e foi criado pela Wildvertising e Ink Studio.

Lacoste apresenta nova fragrância com livro pop-up

Luminária feita com bactérias luminescentes

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Alguns designers e engenheiros buscam na fauna e flora inspiração para seus projetos (Luigi Colani que o diga) e algumas soluções encontradas por eles já foram criadas pela natureza alguns milhões de anos antes – a mistura de tecnologia com natureza é interessante. A holandesa Teresa van Dongen, designer que também estudou biologia, projetou uma luminária que, ao invés de energia elétrica, usa bactéria luminescente como fonte de luz. Continuar lendo

Estante simples e genial

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Já que a necessidade pede apartamentos pequenos e otimizados, o negócio é ser inteligente. O designer Yi-Cong Lu criou, em 2007, a Growing Cabinet, prateleira cujas estantes podem ser expandidas, aumentando a área útil quando necessário. Fechado o móvel mede 85 cm de largura, mas pode chegar a 145 cm com as estantes abertas.

“O tipo de interação a torna um objeto ‘vivo’, que muda sua forma e tamanho de acordo com o uso.”

Não sabe que fantasia usar? Temos 400 idéias

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Semana que vem eu tenho uma festa à fantasia para ir e, assim como outras vezes, escolher meu “personagem” não é muito difícil (só é difícil quando eu tenho várias idéias e aí não consigo decidir entre elas)… mas tem gente que se mata para escolher uma fantasia. Lá em 2009 o estúdio GS Design criou uma peça de auto-promoção bem divertida: um par de dados (e mais tarde um app para iPhone) para te ajudar a decidir qual fantasia usar nas festas de Halloween. Continuar lendo

Soviet Ghosts, fotografias do que restou da União Soviética

Monumento Buzludzha, na Ucrânia

Monumento Buzludzha, na Ucrânia

Rebecca Litchfield é uma fotógrafa londrina especializada em edifícios abandonados, cenários escuros e fotografia de viagem. Em seu livro Soviet Ghosts, a moça seleciona imagens da extinta União Soviética, cujas ruínas não só assombram como revelam a grandiosidade e megalomania do Estado socialista, ativo entre os anos de 1922 a 1991. Continuar lendo

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Existem casos de designs ruins e decisões mal tomadas, mas também existem casos em que o resultado é percebido de forma diferente do que se imaginou durante todo o processo, mesmo que o design não seja exatamente ruim. É o caso do símbolo gráfico presente na nova logomarca (uso o termo a contragosto) da Hershey que, bem, parece um cocô fedendo. E tenho certeza absoluta que não é intencional.

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O novo símbolo da Hershey’s parece um cocô fedendo