Os espelhos de Daniel Rozin

O desenhista industrial Daniel Rozin faz arte digital interativa. Ele é dono da Smoothware Design, que desenvolve softwares para arte interativa. Mas seus grandes trabalhos consistem em espelhos criados com superfícies não-reflectivas, como, por exemplo, madeira. Ele faz com que suas esculturas interajam com quem as está vendo, tornando a pessoa papel principal na criação de suas peças.

Os espelhos de Daniel têm uma mecânica parecida, utilizando uma câmera no centro da peça que capta a imagem da pessoa e faz funcionar os mecanismos formando a figura dela. Aí sim é que estão as pequenas diferenças, como em Peg Mirror, de 2007, que utiliza peças de madeira cortada em ângulos e que giram, fazendo sombra uma na outra e assim formando a imagem.

O que eu acho dos trabalhos de Daniel é que eles são excelentes na maneira como constroem imagens, mas repetitivos na execução. Isso não muda o fato de que é muito interessante para o observador (podemos chamar de interator?) modificar as esculturas com o movimento de seu corpo. É este, pra mim, o grande trunfo.

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