O homem que concordou

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No mundo digital nossos dedos são rápidos no gatilho na hora de concordar com termos e condições de produtos e serviços… que atire a primeira pedra quem já leu, ao menos 1 vez, a documentação de algum software ou site em que se cadastrou. Pois é, depois não adianta reclamar, porque “estava nos termos, você quem não leu.”

Enfim, é para discutir o paradoxo de concordarmos com termos e condições que sequer lemos, que Florence Meunier apresenta um livreto reinterpretando graficamente os Termos e Condições do iCloud, talvez um dos mais negligenciados acordos que fazemos.

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Entitulado The man who agreed-Apple EULA, o livreto traz os termos e condições do iCloud de forma mais amigável de se ler, claro, mas a autora também cria uma segunda narrativa, usando as palavras e letras do texto original, para criar uma pequena história sobre “um homem que concordou rápido demais”.

O intuito desta segunda narrativa é de fazer o leitor se sentir um pouco culpado por passar batido pelo documento e força-lo a ler o texto completo. A narrativa criada por Florence pode ser lida abaixo:

“Esta é a história de um homem,
que um dia estava tão ocupado,
ou talvez era tão preguiçoso,
que ele, tão rapidamente,
clicou em ‘eu concordo’.
O que o último não percebeu,
é que ele nunca mais poderia discordar.
A lição dessa história é
que não se deve ceder,
para algo que não se leu.”
– Florence Meunier

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